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Servidora denuncia perseguição política em Triunfo e expõe impedimento para exercer suas funções

A funcionária relata situações que, segundo ela, podem caracterizar perseguição política e assédio moral no ambiente de trabalho.

Uma denúncia envolvendo a servidora pública Antônia Janiete tem levantado questionamentos sobre as condições de trabalho no serviço público municipal na Prefeitura de Triunfo, no Sertão da Paraíba. A funcionária relata situações que, segundo ela, podem caracterizar perseguição política e assédio moral no ambiente de trabalho.

De acordo com as informações relatadas, a servidora afirma que passou a enfrentar mudanças na rotina profissional e dificuldades para desempenhar as atribuições do cargo de fiscal de serviços urbanos. As situações denunciadas teriam ocorrido em meio ao cenário político posterior às eleições, embora seja necessário apurar se existe relação direta entre os fatos e eventuais divergências políticas.

Entre as principais queixas, Antônia Janiete afirma que precisa cumprir expediente nos dois turnos, enquanto, segundo seu relato, outros servidores efetivos lotados na mesma secretaria trabalham em horário corrido, até as 13h.

A funcionária também denuncia que estaria sendo impedida de exercer plenamente as atividades do cargo. Segundo ela, apesar de ocupar a função de fiscal de serviços urbanos, permanece durante boa parte do expediente na recepção, sentada e sem autorização para executar as tarefas relacionadas ao trabalho para o qual foi designada.

A situação, conforme o relato, tem provocado questionamentos sobre os critérios utilizados pela administração municipal para definir a jornada e distribuir as atribuições entre os servidores.

A servidora também aponta possíveis mudanças nas condições de trabalho e restrições ao exercício de suas funções. Entre as situações que precisam ser esclarecidas estão os motivos para a jornada em dois turnos, a eventual limitação de suas atividades e os critérios administrativos adotados em relação à sua lotação.

Caso confirmadas, as circunstâncias poderão exigir esclarecimentos sobre a legalidade das medidas e a existência de tratamento diferenciado no ambiente de trabalho. Entretanto, a caracterização de perseguição política ou assédio moral depende da apuração dos fatos e da análise das circunstâncias em que as decisões foram tomadas.

Fonte: DebateParaíba

Fabio Kamoto

Especialista em Marketing Político e Digital, Publicitário, Radialista, atua desde 2006 no jornalismo político. Passou pelas pelas Rádios Progresso e Jornal AM, Sousense FM, Líder FM e Mais FM.

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