
O prefeito de Triunfo, Espedito Filho (PP), recebeu mais uma herança maldita da gestão passada. O município volta a ter os repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM ) bloqueados pela terceira vez por inadimplência decorrentes da falta de repasses ao INSS pela gestão do ex-prefeito Zé Mangueira.
Com o bloqueio de março, os valores já somam mais de R$800 mil reais retirados da atual gestão para quitar débitos de 2020. Esse fato influencia nas finanças do município, que ficam prejudicadas na hora de pagar o funcionalismo e os fornecedores.
A administração ressalta que, apesar dessa retirada de recursos para quitar os referidos débitos, o pagamento da folha está em dia, fruto de muito planejamento e organização.
A administração do prefeito Espedito Filho sofre, desde o mês de janeiro, as consequências do desastre administrativo da última gestão de Triunfo, que deixou o município praticamente inviabilizado com vários órgãos e empresas, entre eles: INSS, RECEITA e Energisa.
O FPM é a principal fonte de receita de milhares de prefeituras do Brasil. Logo, o bloqueio do FPM pode trazer consequências negativas para o dia a dia da prefeitura.




