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Após João Campos determinar expulsão do PSB, Tyrone reage: “Não devo satisfação a esse cidadão”

Em entrevista ao programa Hora H, da Rádio POP e Rede Mais, Tyrone afirmou que segue firme na disputa e declarou: “Sou mais candidato ainda e vamos vencer”. A manifestação ocorreu um dia após agentes federais cumprirem mandado de busca e apreensão em sua residência, em Sousa.

O ex-prefeito de Sousa e candidato a deputado federal Fábio Tyrone (PSB) elevou o tom nesta quinta-feira (1º) ao comentar a Operação Lastro, deflagrada pela Polícia Federal, e a ameaça de expulsão do partido. Em entrevista ao programa Hora H, da Rádio POP e Rede Mais, Tyrone afirmou que segue firme na disputa e declarou: “Sou mais candidato ainda e vamos vencer”. A manifestação ocorreu um dia após agentes federais cumprirem mandado de busca e apreensão em sua residência, em Sousa.

Tyrone também reagiu de forma contundente às declarações do presidente nacional do PSB, João Campos, que havia falado publicamente sobre uma possível expulsão do candidato. “Eu não devo satisfação nenhuma a esse cidadão João Campos”, disparou. O ex-prefeito ainda afirmou que sua identificação partidária está ligada a uma tradição histórica do PSB e citou nomes como Miguel Arraes, João Mangabeira, Rachel de Queiroz, Graciliano Ramos e o governador João Azevêdo.

A Operação Lastro também resultou na apreensão de R$ 380 mil que, segundo as informações divulgadas, estavam com um funcionário de uma das empresas de Tyrone, que foi preso. Ao comentar o episódio, o candidato afirmou que os recursos pertenciam a uma empresa do setor da construção civil e teriam sido sacados para o pagamento da folha de funcionários. “Qual o problema nisso? O dinheiro não estava em uma caixa não. Foi sacado em um banco. E vai ter que ser devolvido porque é meu e fruto do meu trabalho”, declarou.

A tensão política aumentou ainda mais nesta quinta-feira, após o perfil da direção nacional do PSB divulgar uma relação de candidatos à Câmara Federal pela Paraíba sem incluir o nome de Tyrone. O ex-prefeito classificou a ausência como um “equívoco”, enquanto atribuiu a operação e os episódios recentes a uma suposta “perseguição política”. Segundo ele, haveria interesses de grupos contrários à renovação da representação federal do Sertão. “É notório que há uma violência e uma perseguição contra mim”, afirmou Tyrone, mantendo o discurso de enfrentamento e garantindo que continuará na disputa.

Fonte: FábioKamoto com informações do MaisPB

Fabio Kamoto

Especialista em Marketing Político e Digital, Publicitário, Radialista, atua desde 2006 no jornalismo político. Passou pelas pelas Rádios Progresso e Jornal AM, Sousense FM, Líder FM e Mais FM.

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