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Flávio Bolsonaro diz ser ‘impossível reconhecer resultado da eleição’ e que pedirá anulação

Senador, que também acionou o TSE para pedir prorrogação do horário, reclamou da decisão de Zanin e alegou quebra ‘total de isonomia’. Flávio foi derrotado por uma diferença de mais de 4 milhões de votos

Na primeira fala após a derrota na eleição presidencial, o candidato do PL, o senador Flávio Bolsonaro, disse não reconhecer a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Flávio perdeu por uma diferença superior a 4 milhões de votos. A reeleição de Lula foi reconhecida pelo Tribunal Superior Eleitoral.

“É inexplicável acontecer o que aconteceu. É impossível reconhecer essas eleições. Vou pedir a anulação dessas eleições. Não vou aceitar que a regra tenha mudado.”

O senador classificou ainda como “sacanagem” o resultado da eleição por conta da decisão do ministro Cristiano Zanin, do STF, de prorrogar a votação até as 19h.

O pedido ao STF foi feito pela campanha de Lula após uma série de denúncias de intercorrências no serviço público de transporte.

A campanha do senador também acionou o TSE solicitando a ampliação do horário em ao menos três Estados.

Flávio foi derrotado por uma diferença de mais de 4 milhões de votos. A vitória de Lula foi reconhecida pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques.

Em declaração após o encerramento da apuração, Kassio afirmou que as eleições brasileiras experimentaram “um grau elevado de judicialização”.

Segundo ele, foram submetidos ao Tribunal Superior Eleitoral o total de 2.265 processos referentes às eleições de 2026, dentre esse número foram 827 representações e 446 direitos de resposta.

O presidente da Corte eleitoral deu uma declaração na sede do TSE, em Brasília, após confirmar a reeleição do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com 51,78% dos votos válidos, ante 48,22% do adversário, o senador Flávio Bolsonaro (PL).

Fonte: Estadão

Fabio Kamoto

Especialista em Marketing Político e Digital, Publicitário, Radialista, atua desde 2006 no jornalismo político. Passou pelas pelas Rádios Progresso e Jornal AM, Sousense FM, Líder FM e Mais FM.

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