Após parecer técnico do TCE-PB, Câmara de Bonito de Santa Fé aprova contas de 2023 do prefeito Ceninha Lucena por maioria
Durante a sessão, o prefeito Ceninha Lucena utilizou a tribuna para apresentar esclarecimentos sobre a gestão e detalhar pontos do relatório analisado. Ao final, o gestor agradeceu aos vereadores pelo voto favorável e destacou a importância da transparência e do compromisso com a responsabilidade fiscal na administração pública.

As contas anuais do prefeito de Bonito de Santa Fé, Ceninha Lucena (Republicanos), referentes ao exercício financeiro de 2023, foram aprovadas pela Câmara Municipal durante sessão realizada nesta sexta-feira (17). O julgamento terminou com placar de 7 votos favoráveis e 2 ausências, consolidando a aprovação por maioria simples do Legislativo.
A decisão dos parlamentares seguiu o parecer técnico do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB), que já havia se posicionado pela aprovação das contas de 2023 de forma unânime. Com isso, os vereadores optaram por acompanhar a análise do órgão de controle externo, reforçando a regularidade da gestão fiscal do município no período avaliado.
Conforme apuração da reportagem, votaram pela aprovação o presidente da Casa, Ribeiro, além dos vereadores Pedro Paulo, Gilberto Brito, Neném Barbosa e Sales Policial, e das vereadoras Rafaela da Pesca e Marinalva da Saúde. As duas ausências registradas não interferiram no resultado final da votação.
Com a deliberação em plenário, a Câmara Municipal oficializou a aprovação das contas do chefe do Executivo, encerrando o processo de apreciação referente ao exercício de 2023. O resultado reforça o alinhamento entre o Legislativo municipal e o entendimento técnico apresentado pelo TCE-PB.
Durante a sessão, o prefeito Ceninha Lucena utilizou a tribuna para apresentar esclarecimentos sobre a gestão e detalhar pontos do relatório analisado. Ao final, o gestor agradeceu aos vereadores pelo voto favorável e destacou a importância da transparência e do compromisso com a responsabilidade fiscal na administração pública.
Fonte: FábioKamoto




